Reprod./adapt. autorizada do artigo publicado no Jornal “O Concelho de Proença-a-Nova” n.º 614, de 25/01/2010, da autoria de Fernando Alves (Vale da Carreira / Caldas da Rainha).
domingo, 7 de fevereiro de 2010
A Tradição das JANEIRAS
Na noite fria do dia 09 de janeiro de 2010, voltou a viver-se, na Capelania do Caniçal (Bairrada, Vale da Carreira, Caniçal Fundeiro e Caniçal Cimeiro), o cantar das Janeiras. Desconhece-se a data em que tal tradição se iniciou, sabendo-se, contudo, pelas pessoas mais velhas, residentes no Vale da Carreira, que já nos finais do século XIX existia esta prática. Embora este cantar seja designado das “Janeiras”, na realidade, penso que seria mais apropriado designar-se “cantar os Reis”, atendendo aos versos [ver abaixo, neste blogue - Etiqueta "Janeiras/Reis"], os quais, segundo julgo saber, são propriedade da Capelania do Caniçal.
O cantar das Janeiras é feito apenas por homens que, deslocando-se de aldeia em aldeia, vão cantando em vários locais de cada uma delas, conforme a sua dimensão e a população aí residente. Divididos em dois grupos (designados de pernas), os homens entoam os vários versos, em que a perna 1 inicia com verso repetido e a perna 2 responde, em verso simples, completando o sentido do primeiro. Enquanto as vozes arrastadas e fortes dos cantadores ecoam pelo silêncio da noite, outros homens (os do saco) visitam todas as casas da aldeia, cumprimentando os seus moradores, desejando bons Reis e recolhendo as suas ofertas (tradicionalmente designadas de esmola). Ao baterem às portas dão a seguinte saudação: “Esmolas para as almas se quiser e puder”. Ao receberem as dádivas agradecem, com a seguinte expressão: “As alminhas agradeçam as vossas esmolas”, ao que os ofertantes respondem: “E a vocês as vossas passadas”.
As esmolas, nos tempos mais antigos, traduziam-se, essencialmente, em bens produzidos pelas próprias pessoas: enchidos, trigo, milho, batata, laranjas, pão, azeite, queijo, mel (até me lembro de ver grandes nacos de toucinho no lote das ofertas), e outros produtos extraídos da terra e dos animais. Hoje, embora ainda sejam oferecidos alguns destes bens alimentares, a oferta é essencialmente em dinheiro, dado que a maioria da população, já envelhecida, não trabalha a terra como no passado e, felizmente, possui outra disponibilidade financeira, que os nossos avós não tinham. “Mudam-se os tempos”…
Os produtos recolhidos são leiloados no adro da Capela, à saída da celebração da missa do dia seguinte (domingo).
Toda a recolha efetuada e já convertida totalmente em dinheiro é entregue à Capela do Caniçal e reverte a favor de celebrações litúrgicas em sufrágio das almas dos familiares, já falecidos, das pessoas que contribuem com a sua oferta.
A Capela do Caniçal Cimeiro.
Além da oferta da sua esmola para a Igreja, muitas casas, com mesa posta, abrem-se para receber todo o grupo. Cria-se, assim, a oportunidade de um maior convívio entre todos e o “afinar” das vozes, enquanto se saboreiam os bons enchidos, presunto, queijo, passas, castanhas assadas, filhós e outros pitéus, bem conhecidos de todos nós, e se bebe o vinho, normalmente produzido pelos ofertantes.
O cantar das Janeiras, quando o dia de Reis era dia-santo, em Portugal, era sempre feito no dia 05 de janeiro (véspera de Reis), nas aldeias da Capelania do Caniçal. Actualmente e por norma realiza-se no sábado mais próximo do dia de Reis. Lembro-me de que, quando era miúdo, sendo o meu pai Francisco coordenador deste grupo do cantar das Janeiras (serviço que recebeu do meu avô José Alves), se calcorreavam as aldeias da Pracana e vizinhas e também o Freixoeiro, Arganil, Moita Recome e Mesão Frio (onde se voltou a ir, a pedido de alguns dos seus habitantes, desde há dois anos, embora não pertença à Capelania do Caniçal), com a mesma intenção e devoção. Nesses tempos idos em que o cantar das Janeiras saía fora da área geográfica da Capelania do Caniçal, o grupo de cantadores também tinha elementos oriundos da Moita Recome e Mesão Frio.
Esta tradição que é, simultaneamente, um ato de fé e generosidade para quem nos precedeu, é vivida com muita intensidade e amor à sua terra e às suas gentes. Só assim se justifica que muitos de nós, residentes fora da terra natal, façamos todos os possíveis para estar presentes neste dia. E é bom, reconfortante e esperançoso ver pessoas de todas as idades, irmanadas do mesmo espírito, desde o elemento mais velho do grupo, o Ti Dionildo do Caniçal Fundeiro, com oitenta anos de idade, até aos elementos mais novos, na casa dos vinte. Este ano, em que comemoramos o ano sacerdotal, pudemos também contar com a presença do nosso Pároco, o Sr. Padre Ilídio, o que foi para nós um estímulo e sinal de que a Igreja aprecia este trabalho que também é de evangelização.
Esta noite, designada do cantar das Janeiras, certamente não irá desaparecer tão cedo, dada a forte motivação de todos nós para este serviço que faz esquecer os momentos menos bons da vida e sentir que vale a pena manter bem vivas as sãs tradições que os nossos antepassados nos legaram.
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Reprod./adapt. autorizada do artigo publicado no Jornal “O Concelho de Proença-a-Nova” n.º 614, de 25/01/2010, da autoria de Fernando Alves (Vale da Carreira / Caldas da Rainha).
Reprod./adapt. autorizada do artigo publicado no Jornal “O Concelho de Proença-a-Nova” n.º 614, de 25/01/2010, da autoria de Fernando Alves (Vale da Carreira / Caldas da Rainha).
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A Estrada Alcatroada!
Em meados do século passado, era grande o isolamento do Vale da Carreira, bem como da generalidade das aldeias da parte sul do Concelho de Proença-a-Nova.
Mas cerca de 1961-62 algo veio ajudar a mudar a situação: o grande melhoramento efectuado na estrada que atravessa a aldeia (então designada Estrada Nacional n.º 3 – EN3, agora N241-1), que foi finalmente alcatroada!
Embora eu fosse bastante novo (estaria para ir para a escola primária ou andaria na primeira classe), lembro-me como se fosse hoje: picaretas, enxadões, pás, carros-de-mão eram ferramentas indispensáveis nas obras. A maior parte do trabalho era feita com recurso à força braçal: o nivelamento do piso, a movimentação de terra e brita, etc. Até o espalhar do alcatrão, que era liquefeito, após ter sido aquecido nos bidões colocados em cima de fogueiras a lenha, era feito manualmente. A lenha provinha muitas vezes dos grandes eucaliptos que havia à beira da estrada e que eram cortados na altura para o efeito. Grandes toros de madeira eram transformados em cavacas que depois de secas eram então usadas.
Além das ferramentas manuais, havia apenas uma ou outra camioneta e um “dumper” para transportar brita, gravilha, areia, manilhas ou pedras maiores, assim como um pesado cilindro, que calcava e compactava o novo piso formado.
Eu, pequeno e leve, passava muitas tardes de domingo e dias-santos a andar à boleia na bicicleta de um dos rapazes que trabalhava nessas obras: andávamos horas a fio, estrada acima estrada abaixo, como que a testar o novo piso!...
Como episódios desagradáveis da altura, refiro o facto de ser frequente os miúdos descalços ferirem-se nos pés, dada a dureza do novo piso ou ao pisarem restos de arame das vassouras que haviam sido usadas no varrimento dos restos da areia e brita do alcatroamento.
Com a estrada alcatroada, logo a aldeia ganhou outra alma, cada vez mais de cara lavada. As valetas e as bermas passaram a ser em paralelepípedo, bem como o Largo da Fonte. Aqui se fazia a maior parte do convívio e dos jogos tradicionais.
Depressa acabaram as ruas onde até então se costumava espalhar mato, previamente roçado nos campos, para fazer estrume, aproveitando-se os excrementos dos animais que passavam e que desfaziam o mato, bem como as carroças.
Ano após ano, foi aumentando o trânsito de veículos na nova EN3. Dizia-se que muitas pessoas das aldeias vizinhas vinham de propósito até aqui ou se aproximavam do alto dos cabeços circundantes para ver os automóveis que passavam...
Nos anos que se seguiram, o progresso continuou com a construção e beneficiação de novas estradas (do Vale de Água, da Bairrada), ligando essas aldeias à melhorada EN3.
Alguns anos depois, a estrada foi renomeada, passando a designar-se de N241-1. Embora a quantidade de tráfego tenha atingido o máximo entre 1975 e 1990, a estrada continuou a receber alguns melhoramentos, nomeadamente na sinalização e marcações (traços), ao centro e junto às bermas. Também se alteraram os tipos de marcos quilométricos e hectométricos... Seguem exemplos obtidos dentro do Vale da Carreira:
Passou o tempo, modificaram-se a estrada e a aldeia, mas não mudou muito a maneira de ser das pessoas, que continuam a bem receber e acolher todos quantos aqui nasceram, têm raízes, visitam, ou apenas por aqui passam, de fugida. Esperamos que esta maneira de ser e de estar permaneça pelos tempos fora. Que continuemos orgulhosos de poder ser chamados de beirões, no mais puro sentido da palavra…"À eira, colmo!"
A eira do Vale da Carreira está presentemente tão degradada e irreconhecível (apesar de a aldeia ser bem pequena), pelo que os mais novos talvez nem saibam onde fica. Nem como eram os trabalhos que nela se realizavam... Pois bem, fica junto à actual casa da Alice Dias/António João.
O grão separado ficava amontoado no centro da eira, sendo depois limpo de impurezas, ao vento (geralmente mais pelo final da tarde), pelos homens e mulheres. De seguida era medido (em alqueires), colocado em sacos e transportado para casa. Aí era guardado em arcas e consumido durante o resto do ano.
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(1) Nome dado à cabra
O actual aspecto da antiga eira.
A eira era um pedaço de terreno, com um adro de cimento ou barro, em local elevado e bem arejado, usado para a debulha (malha) e secagem dos cereais mais comuns na zona: trigo, centeio, cevada (e mais tarde até milho, grão-de-bico, etc.).
A quase toda a volta desse adro, havia uma pequena parede de protecção, para evitar a fuga do grão, como ainda é visível do lado esquerdo desta imagem da eira em ruínas.
Os buracos que iam surgindo no piso do adro ou nas paredes, quase sempre devidos às formigas, eram tapados antes da realização da debulha. Como ainda não tinha chegado a era do cimento, usava-se o barro e mesmo o excremento (bosta) dos bois misturado com cinza, mistura essa que, depois de colocada nos buracos, secava e endurecia, impedindo as fugas do grão dos cereais!...
Depois de ceifados os campos, os molhos (feixes) eram trazidos de carroça para as proximidades do recinto da eira e, em lugares previamente definidos, cada família construía a sua meda de cereais, amontoando os molhos, com as espigas viradas para dentro a fim de não serem comidas pelos animais, pássaros e outras aves que então por aqui abundavam e, também, para proteção da humidade e da chuva...
Antes da aparição das máquinas de debulha automática (no final da década de 60), todo o trabalho na eira era manual. Quando era chegada a altura da debulha (das malhas), que se prolongava por dias ou semanas, os homens eram os primeiros a aparecer na eira, logo bem de madrugada. Colocavam os molhos frente a frente, sobrepostos pelas espigas, no centro da eira. Depois, com as moueiras (manguais), tratavam de separar o grão da palha.
Era um ritual digno de se ver: frente a frente, de um lado ficavam os homens canhotos e do outro os direitos (destros). Alternadamente e num ritmo certo, cada grupo desferia ataques de moueira sobre as espigas do cereal a debulhar.
Os miúdos, que entretanto já tinham também chegado à eira, divertiam-se a brincar ou correr à volta das medas, enquanto não era chegada a sua vez de intervir e colaborar também nos trabalhos.
De vez em quando, os homens pediam-lhes água fresca, que eles retiravam de um cântaro que estava colocado à sombra de uma das medas. Que saborosa era a água, normalmente servida num púcaro de alumínio, quando o sol já se fazia sentir abrasador (por volta das 9/10 horas já a temperatura seria normalmente de mais de trinta graus)!
Quando os homens achavam que os molhos já haviam sido suficientemente batidos e o cereal separado das espigas, davam-lhes indicação para irem chamar as mulheres, que tinham ficado em casa, tratando de outros afazeres.
A meio caminho entre a eira e as casas da aldeia, lá do alto, o grupo de jovens começava a gritar, em uníssono, repetidamente e a todo o fôlego, “à eira, colmo; à eira, colmo!: quem vem, vem; quem não vem, não come...”, para que as mulheres ouvissem o chamamento. Esta era a forma de elas saberem que deveriam então dirigir-se à eira para ajudar a separar a palha do colmo. Era também sinal de que, depois de retirado o colmo e a palha, todos iriam saborear o apetitoso almoço!
Com agilidade, as mulheres procediam à selecção da palha e do colmo: o colmo difere da palha por o caule não ter ficado tão danificado ou batido, sendo depois usado para atar novos molhos ou feixes de cereal, nesse ano ou seguinte, além de também ser usado como telhado de cabanas, currais, etc. Os jovens continuavam a ajudar nesta fase, transportando a palha e o colmo, aos braçados ou com a ajuda de cordas, amontoando-os em locais previamente fixados, onde iriam ser posteriormente guardados em medas ou levados para os palheiros... Dos palheiros existentes do lado sul da eira, apenas restam vestígios como estas paredes, já tomadas pelas silvas:
O grão separado ficava amontoado no centro da eira, sendo depois limpo de impurezas, ao vento (geralmente mais pelo final da tarde), pelos homens e mulheres. De seguida era medido (em alqueires), colocado em sacos e transportado para casa. Aí era guardado em arcas e consumido durante o resto do ano.
Na devida altura chegava também à eira o almoço. Este era comunitário, sendo oferecido pela (ou por uma) família a quem se estava a debulhar/malhar nesse dia. Da ementa constavam os habituais “petiscos” da época (pão caseiro, queijo, chouriço, presunto, etc.), além de alguma fruta da zona. Normalmente não era esquecido o arroz-doce.
Permitam-me que lembre aqui um episódio ocorrido certo dia com o meu pai, que habitualmente dizia que não gostava de leite. Ao ser-lhe passada uma tigela de arroz-doce, logo a recusou dizendo que tinha sido feito com leite. A mulher que preparou o almoço (a Ti Conceição da Pracana) insistiu que comesse à vontade, pois, “como não tinha leite em casa, tinha feito o arroz-doce sem leite”! O meu pai, a medo, lá começou a provar e devia já estar convencido, quando uma das filhas da senhora exclamou: “Ó mãe, eu ouvi-te a dizer que ias ordenhar a ‘chuvenisca’ (1) para fazer o arroz-doce”. Repentinamente, o meu pai parou de comer e largou a tigela, dizendo: “Bem me parecia!”...
Como se referiu já, no final da década de 60, apareceram as debulhadoras (debulhadeiras), máquinas que permitiram tornar os trabalhos mais rápidos e menos trabalhosos. Mas mesmo assim, o convívio (com almoço na eira) também existia, a entreajuda e o comunitarismo imperavam...
Ao lado do piso da eira, onde eram feitas as medas, quase não se deixava crescer árvores, arbustos ou outra vegetação. Com o abandono, hoje podem aí ver-se já árvores de maior porte, como o medronheiro seguinte:
Debulhadeira em laboração.
Os trabalhos comunitários na eira sempre serviram para manter a união dos habitantes do Vale da Carreira. Pena é que a situação se tenha alterado tão radicalmente nas décadas seguintes, com o gradual esvaziamento e “fuga” para as cidades... Mesmo assim, os mais velhos recordam com nostalgia esses “bons velhos tempos” e fazem questão em os dar a conhecer aos mais novos. (É um dos propósitos deste blogue...)
(1) Nome dado à cabra
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
As JANEIRAS (ou CANTAR OS REIS) da nossa terra
PARTIRAM OS TRÊS REIS MAGOS (bis)
P´LAS PARTES DO ORIENTE
P´RA VER DEUS OMNIPOTENTE (bis)
POR UMA ESTRELA GUIADOS
GUIADOS A JERUSALÉM (bis)
ONDE HERODES ESTAVA
HERODES POR SER MALVADO (bis)
POR SER MALVADO MALINO
MANDOU ENSINAR OS REIS (bis)
ÀS AVESSAS O CAMINHO
SEGUEM OS REIS A ESTRELA (bis)
VÃO SEGUINDO O SEU CAMINHO
AFASTADOS DE BELÉM (bis)
VIRAM ESTAR O DEUS-MENINO
ESTAVA A VIRGEM SAGRADA (bis)
COM PENA E GRANDE DOR
VENDO QUE NUMAS PALHINHAS (bis)
NASCEU NOSSO REDENTOR
E OS REIS COM GRANDE ALEGRIA (bis)
AO VEREM PRENDA TÃO BELA
ANJOS CANTEM ALELUIA (bis)
ALEGREM-SE OS CÉUS E A TERRA
OUTRAS FESTAS COMO ESTAS (bis)
CANTAM OS REIS AOS FIDALGOS
MANDE-NOS CANTAR, SENHORA (bis)
DEUS NOS DÊ REIS MELHORADOS
MELHORADOS NAS VIRTUDES (bis)
RECORTADOS NOS PECADOS
(A)LEVANTE-SE, Ó SENHORA (bis)
DO SEU LEITO DE PAU-PRETO
VENHA NOS DAR A ESMOLA (bis)
EM LOUVOR DO NASCIMENTO
OS MORADORES DESTAS CASAS (bis)
MAIS AS SUAS MORADORAS
TODOS SEJAM VISITADOS (bis)
P´LA VIRGEM NOSSA SENHORA
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Nota: Os versos são cantados alternadamente por dois grupos (ou pernas)...
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Danças e cantares,
Janeiras/Reis,
Natal,
Poesia/poema,
Tradições
Nasceu o blogue do Vale da Carreira
Olá, amigos e conterrâneos!
Obrigado e até breve...
Zé Luís
-------------
Acabo de criar e começar (à experiência) um blogue (ou "blog") sobre a aldeia de Vale da Carreira (no concelho de Proença-a-Nova). Nos próximos tempos livres, irei começar a publicar sobre variados assuntos e, sempre que possível, com fotos/imagens.
Espero que se divirtam a ler/ver este blogue, com as memórias e atualidades relacionadas com esta aldeia e suas gentes, usos e costumes, convívios/festas, homenagens a antecedentes/familiares, curiosidades, humor, etc...
Aqui encontrareis também diversa informação útil (sobre Sol, Lua, eclipses, marés no verão), além do estado do tempo, incluindo ligações para "sites"/sítios de observações e previsões meteorológicas.
Venham visitar-me sempre que quiserem. Se precisarem de ajuda, contactem-me (ver em "Acerca do autor", na barra lateral)...
Aqui encontrareis também diversa informação útil (sobre Sol, Lua, eclipses, marés no verão), além do estado do tempo, incluindo ligações para "sites"/sítios de observações e previsões meteorológicas.
Venham visitar-me sempre que quiserem. Se precisarem de ajuda, contactem-me (ver em "Acerca do autor", na barra lateral)...
Obrigado e até breve...
Zé Luís
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- Nota acrescentada em 16Abr2010: Alguns temas e páginas são inicialmente publicados sem fotos ou imagens, mas estas poderão vir a ser acrescentadas posteriormente, havendo reformulação dos mesmos, pelo que não são de estranhar mudanças no conteúdo e na aparência do blogue...
- Nota acrescentada em 09fev2011: Tenho revisto os textos, tentando adaptá-los ao novo Acordo Ortográfico, mas pode haver algumas falhas... Não há necessidade de muito rigor, pois temos até 2015 para nos adaptar!...
- Nota acrescentada em 01jan2013: Mais recentemente, vai-me apetecendo dizer NÃO ao Acordo... Então, não se admirem por encontrarem aqui as duas opções...
- Nota acrescentada em 09fev2011: Tenho revisto os textos, tentando adaptá-los ao novo Acordo Ortográfico, mas pode haver algumas falhas... Não há necessidade de muito rigor, pois temos até 2015 para nos adaptar!...
- Nota acrescentada em 01jan2013: Mais recentemente, vai-me apetecendo dizer NÃO ao Acordo... Então, não se admirem por encontrarem aqui as duas opções...
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