domingo, 14 de fevereiro de 2016
Dia dos Namorados!
Tradicionalmente, o dia 14 de fevereiro é conhecido por ser o Dia de São Valentim, ou Dia dos Namorados... A propósito, já se lembrou do seu/sua namorado/a ou da/do sua/seu "cara metade"? Ofereça-lhe um presente, faça-lhe uma surpresa, um carinho diferente, etc.
Em suma, dê-lhe mais atenção, ame... Puxe pela imaginação!... Surpreenda!
terça-feira, 30 de junho de 2015
Belo livro de poemas - Compre, leia e divulgue!
O António Joaquim Alves, estimado Valecarreirense, poeta e pintor, publicou um livro de poemas intitulado "OS PASSOS DAS ROMÃS E DAS CEREJAS".
O livro começa com a Biografia do autor. No prefácio, de Cristina Nobre, lê-se "Sempre contraditório e complexo, o poeta alimenta-se de palavras-mãe: o mar, a terra, a lua, o sol." Os poemas são acompanhados de algumas das suas pinturas.
Se ainda não conhece a obra e se interessa por poesia, apresse-se, pois os exemplares estão a esgotar. Eu adquiri e aconselho.
Veja também: https://www.facebook.com/pages/Poesia-Alma-Cor/597297627056391
O António no seu estúdio.
O livro começa com a Biografia do autor. No prefácio, de Cristina Nobre, lê-se "Sempre contraditório e complexo, o poeta alimenta-se de palavras-mãe: o mar, a terra, a lua, o sol." Os poemas são acompanhados de algumas das suas pinturas.
Se ainda não conhece a obra e se interessa por poesia, apresse-se, pois os exemplares estão a esgotar. Eu adquiri e aconselho.
Este seu óleo "Terra-Mãe", de 2007, ilustra a capa do livro.
Para já, deliciem-se com o poema da página 101:
Em fev2013, outro dos poemas do livro (pág. 55) foi publicado aqui, na Pág. 4 - Homenagens...
Veja também: https://www.facebook.com/pages/Poesia-Alma-Cor/597297627056391
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Brinquedos de papel, madeira, etc.
Nos tempos em que era miúdo, na aldeia, costumávamos passar largos períodos de tempo entretidos a fazer os nossos próprios brinquedos.
Os materiais iam da madeira ao papel, passando pelas folhas de milho, de azinheira, de esteva, junco, arame, etc.
sexta-feira, 20 de março de 2015
O Eclipse do Sol do dia 20mar2015
Quem viu o Eclipse do Sol, esta manhã, entre as 08 e as 10? A luz solar esteve bastante esvanecida, parece que havia uma forte neblina/bruma no ar!... Em Portugal, apenas um pouco mais de 70% do Sol ficou eclipsado. Mas numa faixa que vai do sul da Gronelândia até ao norte da Noruega, foi Eclipse Total.
Para os que viram ou não, aqui vai uma amostra:
Nos dois esquemas anteriores, a vermelho as zonas do Eclipse Total.
E a sombra visível nesta imagem de satélite sobre a Europa e Atlântico Norte:
PRÓXIMOS GRANDES ECLIPSES:
Os próximos eclipses do género (do Sol), totais ou com maior percentagem que o referido (ou seja, quase totais), a serem presenciados em Portugal, ocorrerão em 12ago2026 e 02ago2027. Mas, em 26jan2028, teremos um Anular/Anelar, na parte Sul do país... Esperemos para ver se ficamos quase às escuras! Eis as suas zonas de cobertura:
Os próximos eclipses do género (do Sol), totais ou com maior percentagem que o referido (ou seja, quase totais), a serem presenciados em Portugal, ocorrerão em 12ago2026 e 02ago2027. Mas, em 26jan2028, teremos um Anular/Anelar, na parte Sul do país... Esperemos para ver se ficamos quase às escuras! Eis as suas zonas de cobertura:
12ago2026
(melhor zona para presenciar o evento: Trás-os-Montes)
02ago2027
(melhor zona para presenciar o evento: Algarve)
26jan2028
(zona onde será visto como Anular: Baixo Alentejo e Algarve)
(melhor zona para presenciar o evento: Trás-os-Montes)
02ago2027
(melhor zona para presenciar o evento: Algarve)
26jan2028
(zona onde será visto como Anular: Baixo Alentejo e Algarve)
Veja mais aqui: http://www.timeanddate.com/eclipse/list.html
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Sol
quinta-feira, 19 de março de 2015
19 de Março: é "Dia do Pai"!...
Hoje é "Dia de São José" e "Dia do Pai": é altura para recordar os nossos pais, em especial aqueles que já nos deixaram...
Leia o que escrevi, de forma breve, na Pág. 4 - HOMENAGENS... (http://vale-da-carreira.blogspot.pt/p/homenagens.html) e, se desejar, deixe o seu comentário...
Um bom dia para todos os pais deste Mundo!...
Um bom dia para todos os pais deste Mundo!...
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terça-feira, 17 de março de 2015
Até já, Mãe, Avó e Bisavó
Transcrevo o Agradecimento dos descendentes da Tia Conceição, publicado no Jornal "O Concelho de Proença-a-Nova", n.º 732, de 10mar:
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Quis Deus que, no dia 14 de dezembro de 1921, nascesse na pequena aldeia do
Vale da Carreira, uma menina a quem foi dado o nome de Maria da Conceição.
Quis, igualmente Deus, chamá-la a Si, de forma quase inesperada (“… não sabeis
o dia nem a hora” – Mt 25,13), no passado dia 01 de março.
Independentemente da
longa vida que viveu, a notícia da sua morte não deixou de ser para todos nós
motivo de profunda tristeza, mas ao mesmo tempo de agradecimento por todo o
amor e carinho maternal que nos dispensou. Casada com Francisco Alves, foi
sempre uma esposa dedicada, companheira, confidente, porto de abrigo.
Referindo-se ao marido, dizia com muita graça a seguinte quadra:
Adeus, ó Vale da Carreira
Em tudo és superior.
Foi onde eu nasci
E nasceu o meu amor.
Ambos souberam construir uma família, onde os grandes valores cristãos e
humanos estiveram sempre presentes e transmitidos aos filhos, com o máximo
respeito pela liberdade de cada um. O seu exemplo de pais e cidadãos era a
principal forma de fazer passar a mensagem. O casal soube, através do seu
trabalho e dedicação, criar os seus filhos, numa atmosfera em que se respirava
amor. Que saudades temos desses tempos!...
Abertos à vida, geraram 13 filhos, morrendo 3 nos primeiros anos de vida.
Ao falecer, Maria da Conceição tinha 8 filhos vivos, 16 netos e 5 bisnetos.
Estamos todos muito orgulhosos e agradecidos por estes dois seres que nos
transmitiram a vida e que para nós não morreram, já que somos portadores dos
seus genes.
O funeral da nossa mãe, avó e bisavó foi, sem dúvida, uma grande manifestação
de fé e de amizade. Muitas pessoas, algumas vindas de bastante longe, se
quiseram associar a nós neste momento de dor, mas ao mesmo tempo de ação de
graças e louvor a Deus por tudo o que lhe concedeu ao longo da vida. Todo o
ambiente celebrativo estava impregnado de espírito cristão e grande
solidariedade humana. Estamos convencidos de que ela repousa em paz e
intercede, junto de Deus, por todos nós.
Queremos agradecer, do fundo do nosso coração, a todas as pessoas que
participaram nas cerimónias fúnebres, familiares ou não, e a todas aquelas que
de outras formas nos apoiaram e transmitiram palavras de conforto. Agradecemos,
também, a comida que algumas pessoas nos fizeram chegar.
Estamos bastante reconhecidos à Santa Casa da Misericórdia de Proença-a-Nova,
incluindo o Provedor e restantes órgãos sociais, funcionários e voluntários,
pela forma cuidada e dedicada como sempre a trataram, nestes últimos dez meses
de vida.
Para a paróquia de Proença-a-Nova, onde foi batizada, recebeu os
sacramentos e viveu de forma intensa a sua fé, vão também as nossas palavras de
gratidão.
A todos o nosso bem hajam.
Os filhos, netos e bisnetos da “Ti Conceição (Mendes)”.
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segunda-feira, 2 de março de 2015
O Vale da Carreira de luto, novamente...
As Famílias Alves e Mendes e, em geral, todos os Valecarreirenses estão de luto, pois a Tia Conceição Alves partiu... Ela que tinha a mais bonita idade de todos (93 anos). A toda a família enlutada deixamos os sentidos pêsames. Que ela descanse em paz e se junte no Céu ao marido, Tio Francisco, que nos deixou já há 20 anos...
A Tia Conceição foi uma grande mulher, esposa, mãe/avó/bisavó, tia, etc... Penso que, desde a origem da aldeia, terá sido aquela que teve a maior descendência: 13 filhos, 16 netos e 5 bisnetos...
A Tia Conceição foi uma grande mulher, esposa, mãe/avó/bisavó, tia, etc... Penso que, desde a origem da aldeia, terá sido aquela que teve a maior descendência: 13 filhos, 16 netos e 5 bisnetos...
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Nota: Veja também publicação mais recente (19mar), bem como a Pág. 4...
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
É Natal - (poema da autoria do Sr. César Ramos da Silva)
É Natal
Sejamos reais e,
Não mais que, a nós iguais;
Sem frete, sem reset...;
Nem armar um pinchar
Da Lua, boa vontade,
Porque essa é
A minha, tua e nossa
Maior felicidade!
Não mais que, a nós iguais;
Sem frete, sem reset...;
Nem armar um pinchar
Da Lua, boa vontade,
Porque essa é
A minha, tua e nossa
Maior felicidade!
Natal é hoje.
O Natal vai-nos construindo
A idade.
É ele, um lindo
Marco nascença, pureza
Verdade.
Cria viva, p´rarredo do medo
E da soledade.
O Natal vai-nos construindo
A idade.
É ele, um lindo
Marco nascença, pureza
Verdade.
Cria viva, p´rarredo do medo
E da soledade.
O Natal dá-nos a
certeza,
Em cada loco, alimento, alteza;
Na mesa
Foco, momento
Da solidariedade...!
Em cada loco, alimento, alteza;
Na mesa
Foco, momento
Da solidariedade...!
Com frio ou calor
Onde ele se quer e for
Terá de ser Real
Nas doses
Bem alegres, vozes
E falas, nas ceias, cheias
De presentes, significado, amor!
Onde ele se quer e for
Terá de ser Real
Nas doses
Bem alegres, vozes
E falas, nas ceias, cheias
De presentes, significado, amor!
Feliz Natal
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(Autoria e permissão - Sr. César Ramos da Silva, em “Minha
Escrita em Edição”. A ele, o meu muito obrigado!) - Veja mais aqui: https://www.facebook.com/CasadaEscritaeditos
domingo, 30 de novembro de 2014
O canto da lenha (noutros tempos - cont.)
Todas as casas da aldeia tinham (e
continuam a ter) lareira, visto haver
necessidade de aquecer a casa e seus habitantes, nos tempos mais frios, bem
cozinhar alimentos para pessoas e alguns animais domésticos...
A matéria combustível
usada na fogueira compreende: para iniciar a chama, risca-se/acende-se um
fósforo ou sopra-se uma brasa da fogueira anterior, que inflamam uma carqueja
(ou mesmo palha, papel, pinha, etc., quando não há carqueja seca); depois, uns
paus miúdos e, por cima disso, a lenha mais grossa, desde esteva a torga,
azinheira, oliveira, etc.
De salientar que,
antigamente, os fósforos eram mais escassos, não se podia (no salazarismo) usar
isqueiros. E, para colmatar isso, era frequente as nossas mães/avós irem
perguntar às vizinhas se lhes podiam dispensar alguma brasa que restasse das
suas fogueiras anteriores (ou se já as tivessem aceso antes). Isto apesar de
ser muito habitual, ao findar do serão, as mães acondicionarem debaixo da
cinza algumas das melhores brasas que ainda havia, para as tentarem se manter
até de madrugada...
Ao lado da lareira, havia sempre um canto da lenha. Era o local, num canto da cozinha, onde se
colocava a lenha que iria ser queimada. Não era a grande (ou maior) reserva de
lenha que se tinha. Essa era guardada num canto da cabana ou num curral seco,
onde, no final do Verão ou começo do Outono, se amontoava, principalmente a mais grossa, para ser usada nos meses mais frios...
Numa linguagem meio
português meio espanhol, contavam os nossos pais que, no tempo da guerra civil
em Espanha (1936-39), em que muitos espanhóis se refugiaram em Portugal, alguns
escondendo-se dos seus rivais, diziam uns para os outros: "Se te vas a
Portugal, não te ponhas en el "canto da lenha", porque está lá o
portuguesito que está siempre a decir: "mete lenha, mete lenha"."
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