Nova regra, com alívio das medidas contra a COVID-19: deixa de ser obrigatório o uso de máscara nos transportes, farmácias... Apenas se mantém nos serviços/estabelecimentos de saúde e lares...
Veja mais detalhes, por exemplo aqui.
BEM-VINDO A ESTE BLOGUE, QUE RETRATA ALGUMAS TRADIÇÕES OU A HISTÓRIA DA ALDEIA, EVENTOS, HOMENAGENS, ETC. TAMBÉM TEM INFORMAÇÕES SOBRE O ESTADO DO TEMPO (É CLARO, FUI METEOROLOGISTA, MAIS DE 30 ANOS). VALECARREIRENSE/AMIGO, QUER COLABORAR? CONTACTE-ME (Ver abaixo, em Acerca do autor). «»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«»«» Nota: Este é também o blogue da "ASSOCIAÇÃO LAVRAR" - Liga dos Amigos do Vale da Carreira (Ver Pág. 10)
Nova regra, com alívio das medidas contra a COVID-19: deixa de ser obrigatório o uso de máscara nos transportes, farmácias... Apenas se mantém nos serviços/estabelecimentos de saúde e lares...
Veja mais detalhes, por exemplo aqui.
No combate à pandemia de COVID-19, altera-se (ou mantém-se) o seguinte:
- Situação de alerta é prolongada até fim de Julho - (tem sido sucessivamente prolongada; agora, pelo menos até fim de Setembro);
- Declaração (e período máximo) de isolamento passa de 7 para 5 dias;
- Fim de necessidade de certificado digital, para entrada no país;
- Mantém-se a gratuidade dos testes, com códigos do SNS, em farmácias e laboratórios;
- Mantêm-se as regras do uso de máscara (nos transportes, estruturas de saúde, etc.) - Entretanto, deixa de ser obrigatório nos transportes e farmácias, desde 27ago.
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Nota: a situação de alerta vai manter-se até fim de Agosto...
Assim como Maio, também Junho é propício à ocorrência de "ondas de calor".
Entre os dias 10 e 14/15 (eventualmente 16, nalgum local abrigado do Interior, junto à fronteira), vamos ter calor a sério, configurando uma "onda de calor". Exclui-se uma estreita faixa litoral, especialmente na região Centro do país.
Eis as temperaturas máximas do dia 10, na rede EMA (Estações Meteorológicas Automáticas), do IPMA:
Temp. Máx. do dia 10jun. Alguns locais já acima dos 40 graus.
Agora, as do dia 11, com pequenas flutuações:
Temp. Máx. do dia 11jun. Nalguns locais, continuam acima dos 40°. E vão continuar...
E as do dia 12:
Temp. Máx. do dia 12jun.
E também as do dia 13:
A situação de alerta, no âmbito da pandemia, é prolongada até 30jun, sem prejuízo de poder ser renovada, assim como há a possibilidade de adopção de novas medidas, caso a situação da COVID-19 o exija:
Iniciou-se, na semana passada, a vacinação da quarta dose (ou segunda de reforço) contra a COVID-19.
Começou pelos idosos de mais de 80 anos e tem vindo a descer, estando agora (10nov) a começar a ser chamados os de 50 a 60 anos.
Esteja atento...
Leia o que escrevi, em nota, no final da publicação seguinte: http://vale-da-carreira.blogspot.com/2021/12/vacinacao-de-criancas-dos-5-aos-11-anos.html?m=0
Ou veja também, no site do SNS, aqui: https://www.sns.gov.pt/noticias/2022/05/13/vacinacao-contra-a-covid-19-76/
A partir de hoje, voltam a ser gratuitos os testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional, feitos nas farmácias e com prescrição médica do SNS.
A justificação é dada no preâmbulo da Portaria n.° 151-B/2022, de 23mai:
"A pandemia da COVID-19 mantém uma incidência muito elevada no país, com tendência crescente, para o que poderá contribuir o aumento de circulação de variantes com maior potencial de transmissão, estimando-se que a linhagem BA.5 da variante Omicron já seja dominante em Portugal."
Para já, a medida vigorará até ao final de Junho, sem prejuízo de poder ser renovada.
Foram ou estão a ser implementados alívios ou alterações de algumas medidas. Assim:
Mais um belo poema alusivo à situação actual da nossa aldeia, cada vez mais deserta...
Agradeço ao António ter-me permitido publicar a matéria.
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Personagens redundantes
em campos abandonados.
Recantos onde antes
gentes de todas as idades
preenchiam o tempo
com aquela sabedoria própria
de quem aprendeu fazendo.
Tempos velhos quase esquecidos
casas vazias
que guardam memórias
dos que se foram
dos que partiram deste mundo.
Lugares onde agora
encontramos mortos ainda vivos
presos a trabalhos
há muito suspendidos.
António Alves
12/05/2022"
Entre os dias 4/5 e 14 de Maio, Portugal Continental teve uma amostra do calor do Verão, em quase todas as regiões: as temperaturas atingiram valores máximos apreciáveis, chegando a ser superiores a 30 graus, mesmo da ordem dos 35/36, nalguns locais.
Exceptuou-se o litoral Norte e Centro e alguns pontos mais altos do interior.
Isto configurou uma onda de calor, que parece prematura, embora muito vulgar para o mês de Maio, no interior. O IPMA descreveu-a assim:
"Neste período quente, com temperaturas acima do normal para a época, diversas estações da rede de observação de superfície do IPMA têm estado em onda de calor [ver nota abaixo], de norte a sul do território do continente.
A 10 de maio encontravam-se 40 estações meteorológicas em onda de calor com o número de dias a variar entre 6 e 8, abrangendo as regiões do interior Norte, da região Centro, do vale do Tejo e Alentejo. (...).
De referir que maio é o mês com maior ocorrência de ondas de calor, em particular nas estações do interior. A ocorrência de ondas de calor é um fenómeno que podendo verificar-se em qualquer época do ano, é mais notório e por vezes com impactos adversos (por exemplo na saúde) nos meses de verão."
No entanto, as temperaturas mínimas mantiveram-se baixas, em quase todo o território continental (algumas excepções no Algarve e lnterior Centro). Por isso, a amplitude térmica foi alta. A maior parte das culturas e as árvores de fruto estão com algum atraso no seu desenvolvimento (cereja, nêspera, etc.).
Ao mesmo tempo, a ausência de precipitação vem acentuar os níveis de seca, o que se torna preocupante, se, entretanto, não ocorrerem as (muito) habituais trovoadas de Maio/Junho...
Temp. Máximas de 10mai.
Temp. mínimas de 08mai.
Depois, houve flutuações. Mas, nos dias 20 e 21, os valores foram substancialmente mais altos. Na noite de 20 para 21, nalgumas zonas e mais acentuadamente na região Centro, o calor manteve-se, de tal forma que, de madrugada, eram estas as temperaturas:
Temp. às 09H do dia 21mai.
Pela terceira vez, nos dias 26 e 27 (ou mesmo 28 e 29, em certos locais, particularmente no N/NE...) voltou a haver nova amostra de Verão, com temperaturas altas. Eis as máximas do dia 27, que ultrapassaram os 35° em muitos locais:
Temp. Máximas de 27mai. Em Mora, o valor mais alto: 38,1°C.
Temp. Máx. de 28mai. Em Pinhão - Santa Bárbara, registou-se o valor mais alto do ano, até agora: 38,2°C:
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(Clique nos mapas, para melhor visualização. - Dados da rede de Estações Automáticas do IPMA)
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Nota (retirada/adaptada do site do IPMA):
"Segundo a Organização Meteorológica Mundial (...), considera-se que ocorre uma onda de calor quando, num intervalo de pelo menos 6 dias consecutivos, a temperatura máxima diária é supeior em 5ºC ao valor médio diário no período de referência. (...)
Merecem particular referência, pela intensidade, duração e extensão espacial e também pelos impactos socio-económicos, as ondas de calor (...):
As visitas aos doentes internados nos hospitais já não estão sujeitas à apresentação de certificados digitais ou testes negativos à COVID-19, segundo orientação da DGS.
Mas não se esqueça da máscara! Aconselha-se que traga consigo sempre uma máscara (de reserva), pois, embora não seja obrigatório o seu uso em muitos locais, é aconselhado que a coloque, em aglomerados de pessoas, locais pouco arejados, etc. Assim, nunca será apanhado de surpresa...
Ontem, dia 01mai, deixou-nos a Ti Conceição, viúva do Ti Manuel Branco, aos 93 anos de idade.
Aos filhos, netos, irmã, nora, sobrinhos e primos deixamos aqui os nossos sentidos pêsames. Que ela descanse em paz!
Na Capela do Caniçal Cimeiro, dia 03, às 14h, será/foi celebrada missa e exéquias fúnebres, sendo depois sepultada no cemitério de Proença.
Finalmente: alívio/alteração no uso das máscaras!
- Veja mais informação nos jornais e TV's... Por exemplo, aqui.
- Ler o Decreto-Lei, no Diário da República aqui:
https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/30-e-2022-182432341
- Ver também orientação/recomendação da DGS - (uso em farmácias; aeroportos e plataformas de acesso aos transportes públicos; aglomeração de pessoas em local fechado;...)
Desde o princípio de mar/22, que as vacinas contra a COVID-19 passaram a ser administradas no regime de "casa aberta" (sem necessidade de agendamento).
Em mai/22, foi decidido um novo reforço de vacinação. Primeiro, para os maiores de 80 anos, descendo o limite, gradualmente, para outras idades. (...)
Assim, a partir de 25dez/22, os maiores de 50 anos podem usar a "casa aberta", para esse reforço da vacina.
Leia mais aqui: https://covid19.min-saude.pt/casa-aberta/
No mesmo site do Ministério da Saúde, veja a lista dos pontos de vacinação e o seu horário...
A Direção-Geral da Saúde tinha voltado a publicar, a partir de 25mar, nos dias úteis, o número de casos e mortes diários, mas em formato Excel:
Acedia-se a esses dados aqui. E os relatórios de situação semanais estão agora aqui.
Mas os dados disponibilizados e/ou os links anteriores já não estão disponíveis...
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Nota 1: pode ver também, neste blogue, a minha publicação de 20jan: http://vale-da-carreira.blogspot.com/2022/01/e-sao-ja-mais-de-2-milhoes-de-casos.html?m=0
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Nota 2:
Vou também passar a actualizar números desde que tenha dados... Oxalá a pandemia esteja a passar!...
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Nota 3:
Em 05mai2023, foi declarado que a pandemia de COVID-19 deixou de ser "uma emergência de saúde global")...
Em Portugal Continental, o passado mês de Fevereiro foi muito quente e extremamente seco. O 10.° mais quente e o 3.° mais seco, desde 1931.
Um região anticiclónica, quase persistente, desde os Açores (ou a nordeste) até ao centro da Europa, impediu o território de ser atingido por massas de ar húmido e por superfícies frontais (salvo nalguns pequenos períodos, mas sempre sem grande expressão). Predominou uma corrente do quadrande Este, de ar seco. Os céus limpos ou quase (muito sol) permitiam aquecimento diurno, acima do normal. Daí o acentuar da seca, que já vinha do anterior...
Veja o Boletim Climatológico do IPMA:
A pouca precipitação em Portugal Continental nos últimos meses deu origem a uma situação de seca meteorológica, que se vem arrastando ou agravando desde o Outono.
Leia o artigo do IPMA.
A designação “ciclone tropical” refere-se a uma depressão (baixa pressão) que se forma em zona próxima dos trópicos, sobre os oceanos. Outras das suas características são: a pressão no centro pode atingir valores bastante baixos; abrange uma área relativamente pequena (por norma, em comparação com os típicos ciclones/depressões das outras latitudes); não tem frentes associadas, mas bandas espirais de nuvens em seu redor (se for englobado/absorvido por numa frente, perde as suas características); possui ventos muito fortes e destruidores (nas fases mais intensas é normalmente visível uma área central, de céu sem nuvens e vento fraco ou calmo, a que se chama “olho”)...
Quase todos os oceanos que ocupam zonas entre o Equador e os Trópicos têm condições para a formação de ciclones/tempestades tropicais, na época do ano em que a água do mar está mais quente (acima de 26/28 graus C.), o que produz uma enorme evaporação. Consoante a sua intensidade, de forma crescente, designam-se por: depressão tropical, tempestade tropical e furacão (categoria 1, 2, 3, 4 ou 5 – escala Saphir-Simpson). Noutras zonas, em vez de furacão recebem a designação de tufão.
Quanto aos que se formam na bacia do Atlântico Norte, são-lhes atribuídos nomes por ordem alfabética (A, B, C... W - durante uns anos, foi preciso recorrer ao alfabeto grego: alpha, beta gamma, delta, epsilon, zeta, eta, theta, iota, kappa - mas essa prática foi abandonada em 2021: agora há uma lista de nomes suplementares…), compreendendo nomes próprios de várias línguas, alternando entre masculino e feminino. As listas estão pré-estabelecidas e repetem-se de 6 em 6 anos, excepto se algum deles provocar muitas vítimas ou danos, pelo que é retirado e substituído por outro nome. Veja aqui:
(https://www.nhc.noaa.gov/aboutnames.shtml)
Por coincidência, os Açores foram atingidos, em 1991 e 1997, por tempestades tropicais com o mesmo nome - Erika - e, de novo, em 2006 e 2012, por furacões com o nome Gordon!
A pressão no centro dos ciclones tropicais desce, por vezes, abaixo de 900 hPa. Em cerca de uma dezena, desde que há registos, o valor chegou aos 880 hPa ou abaixo. No Atlântico, o record é de 882 hPa, no furacão Wilma, em2005. Mas crê-se que o record mundial é de 870 hPa, no tufão Tip, no Pacífico NE, em 1979…
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Veja mais aqui (copie e cole no seu browser): https://www.ipma.pt/pt/educativa/fenomenos.meteo/index.jsp?page=ciclone.tropical.xml>
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Ciclones tropicais que atingiram Portugal, desde 1973 (a grande maioria afecta(ou) os Açores, normalmente do final de Agosto a Novembro, mas há excepções, e alguns têm atingido também o Continente e a Madeira):
1973 – Fran (furacão de categoria 1), que afectou apenas o Grupo Ocidental dos Açores;
1976 – Anna (dissipou-se sobre os Açores); Emmy (atingiu os Açores, como furacão de cat. 1); Frances (tempestade tropical sobre os Açores);
1978 – Irma (temp. tropical, atingiu os Açores);
1980 – Ivan (dissipou-se sobre os Açores);
1981 – Jose e Gert (depr. tropicais nos Açores);
1985 – Claudette (temp. tropical sobre os Açores);
1987 – Cindy (temp. tropical sobre os Açores);
1990 – Edouard (tempestade tropical que passou 2 vezes sobre os Açores);
1991 – Bob (furacão de cat. 3, mas que se aproximou da costa portuguesa – entre Cabo da Roca e Cabo Mondego, onde se dissipou como depressão tropical; Claudette (furacão de cat. 4, atingiu os Açores como tempestade tropical); Erika (também atingiu os Açores – como tempestade/depressão tropical);
1992 – Charley e Bonnie (atingiram os Açores como tempestades tropicais, mas com uma diferença de apenas 3 dias!);
1995 – Tanya (furacão de cat. 1, atingiu os Açores como tempestade tropical);
1997 – Erika (furacão de cat. 3, mas atingiu os Açores como tempestade tropical);
1998 – Ivan (furacão de cat. 1 - atingiu os Açores); Jeanne (furacão de cat. 2, que atingiu os Açores e Portugal Continental como depressão e/ou tempestade tropical. Dissipou-se entre Lisboa e Madrid);
2003 – Ana (tempestade tropical, que atingiu os Açores);
2005 – Vince (furacão de cat. 1, mas atingiu o Algarve como depressão tropical); Delta (tempestade tropical) passou a sul da Madeira e passou a depressão extratropical, a caminho de Marrocos; tempestade sub-tropical n.º 19 - (Não chegou a ser-lhe atribuído nome, formou-se e dissipou-se na zona dos Açores);
2006 – Gordon (furacão de cat. 3, mas atingiu os Açores já como cat. 1);
2010 – Otto (passou próximo do Grupo Ocidental dos Açores, como tempestade tropical. Depois contornou as restantes ilhas, pelo norte, e dirigiu-se para a Madeira, como depressão tropical, onde se dissipou...);
2012 – Gordon (furacão de cat. 2, que atingiu os Açores como cat. 1, na madrugada de 20ago); Nadine (atingiu os Açores, de 19 a 22set e, de novo, a 04out, como tempestade tropical);
2013 – Melissa (tempestade tropical, em fase de dissipação, passou a cerca de 200 km a oeste e, depois, a norte dos Açores, em 21/22nov. Os seus efeitos sentiram-se principalmente no vento e ondulação);
2014 – Apenas 2 ameaças aos Açores (Laura e Omar)... Foi um ano em geral muito calmo no Atlântico Norte!;
2015 – 3 ciclones tropicais ameaçaram os Açores e o Continente, já em fase de dissipação ("remnants"): Claudette, Henri e Joaquin;
2016 – Embora seja extremamente raro para a época, a 15jan, os Açores foram atravessados pelo furacão Alex (cat. 1), que se deslocou de sul para norte, tendo o olho do furacão passado entre a Terceira e S. Miguel; Gaston (atingiu os Açores, como tempestade tropical, de 02 para 03set);
2017 – De 14 para 15out, o furacão Ophelia atingiu as ilhas mais orientais dos Açores, como categoria 3. Depois, deslocou-se para NE, entre os Açores e Portugal Continental, passou ao largo do Minho, em direcção à Irlanda... Tudo leva a crer que potenciou/incrementou os diversos incêndios que se verificavam no Norte e Centro de Portugal e na Galiza, pelo facto da sua aproximação ao NW da Península Ibérica ter aumentado os ventos, do quadrante Sul, quentes e secos...;
2018 – A depressão tropical Helene passou próximo do Grupo Ocidental dos Açores, de 15 para 16set; A tempestade tropical Leslie (ainda com ventos parecidos com os de furação de cat. 1) atingiu o Continente, com muitos estragos, especialmente de Peniche a Aveiro entre o final do dia 13 e a madrugada de 14out. Entrou em terra na zona da Figueira da Foz e continuou enfraquecendo, em direcção aos distritos de Viseu, Vila Real e Bragança... (ver art. de 14out2018);
2019 – O Furacão Lorenzo atingiu os Açores (de 01 para 02out), passando muito perto do Grupo Ocidental, entre cat. 2 e cat. 1, a enfraquecer e deslocando-se para NE...; a tempestade tropical Pablo ameaçou o Grupo Oriental (mas passou bastante ao largo de Santa Maria); A tempestade tropical Sebastien passou junto ao Grupo Ocidental dos Açores, de 24 para 25nov;
2020 – Em 18set, foi nomeada de tempestade subtropical Alpha a depressão que atingiu o Continente. Dissipou-se sobre os distritos de Leiria e Coimbra, durante a noite. Mas antes, foram registadas rajadas acima de 100 km/h em alguns locais; Na mesma altura, a tempestade pós-tropical Paulette atingiu o Grupo Ocidental dos Açores, mas já como depressão pós-tropical; A tempestade tropical Theta afectou a Madeira/P. Santo, entre 14 e 16nov, com o centro a passar muito próximo, a oeste e, depois, moveu-se para norte e entrou em dissipação...
2022 – Em set, a tempestade tropical Gaston atingiu os Grupos Ocidental e Central dos Açores...
2024 – O furacão Kirk, já transformado em depressão extratropical, passou a norte dos Açores e, depois, mesmo junto ao Cabo Finisterra, em 09out, tendo provocado bastante precipitação e vento em Portugal Continental. Houve queda de árvores e duma grua, prejuízos na agricultura, etc.; Nos Açores, a depressão subtropical Patty passou sobre o arquipélago, no primeiro fim-de-semana de novembro, com bastante precipitação e algum vento. Dissipou-se antes de chegar ao NW da Península Ibérica.
2025 – Em 25/26set, os Açores foram atingidos por Gabrielle, já como ciclone/tempestade pós-tropical. De seguida, continuou para o Continente português (leia artigo, na página inicial do blogue)...
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Nota: o ano de 2020 bateu o recorde (que era de 2005) de ciclones tropicais nomeados: 30. Curiosamente, Portugal Continental foi atingido por um deles e a Madeira por outro. Os Açores, com maior probabilidade de serem afectados, sofreram alguns leves efeitos de um, já como depressão pós-tropical - (Na descrição acima, estão realçados a vermelho os que afectaram o Continente).
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- Dados obtidos da Internet, principalmente de:
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- A seguir, imagem do Furacão Lorenzo (em 2019, a SW dos Açores):